
Oxe, pai! A Konami resolveu abrir o caixão da nostalgia: Castlevania: Belmont’s Curse coloca a família Belmont de volta ao serviço. E, dessa vez, quem segura o chicote é Rose Belmont. Porque nessa família ninguém herda um apartamento na Barra: herda monstro para enfrentar.
Paris em 1499: turismo? Só se for de susto
A aventura leva Rose a uma Paris medieval infestada de criaturas sobrenaturais. Esqueça passeio romântico: por aqui, o pacote turístico inclui corredores sombrios, inimigos e uma boa dose de confusão. Se fosse em Salvador, bastava botar os vampiros na Paralela em horário de pico. Iam desistir da invasão antes do primeiro retorno.
O chicote agora é quase um canivete suíço
O clássico chicote serve para combater monstros e também ajuda na movimentação pelos cenários. Rose pode usá-lo para alcançar lugares e explorar caminhos. Rapaz, é tanta função que só falta puxar o ônibus quando o motorista finge que não viu o ponto. A proposta mantém a ação e a exploração em duas dimensões, com novidades no combate.
Quem está por trás da resenha?
O projeto conta com a Evil Empire, equipe conhecida por seu trabalho em Dead Cells. A parceria aumenta a curiosidade sobre o ritmo dos combates e a exploração. Mas calma, torcida: nome forte não é garantia de jogo perfeito. A gente só descobre se a lapada presta mesmo com o controle na mão.
O vampiro que lute
Com lançamento anunciado para 15 de outubro de 2026, Belmont’s Curse chega com a missão de conquistar veteranos e uma nova geração. A grande pergunta é se consegue renovar a fórmula sem perder o clima gótico que fez Castlevania virar clássico. A expectativa está alta, mas o veredito fica para depois de jogar. Porque promessa bonita até vilão de videogame faz.
E é isso, minha tropa! Rose chegou para trabalhar, e Drácula que organize o currículo. Aqui é JR, no SPN News. Se ligue: a resenha continua!
Imagem promocional: Divulgação / Konami Digital Entertainment. Fontes oficiais para acompanhar novidades: Konami e PlayStation Blog.




